Não quero mais chorar...o que foi perdido
Quero deixar as lembranças do passado
Que vive em mim...não está esquecido
Tempo perdido...desperdiçado
Não quero mais meu olhar de lágrimas
Chorar o que podia ter vivido
Todos os momentos...todas as páginasDo livro do destino...enegrecido
Não quero mais lastimar o passado
Quero esquecer dores...momentos
Quero esquecer um amor... maltratado
Não pensar em ti...no sofrimento
Não quero mais suspirar...nem pensar
Não mais recordar...quero esquecer
Não mais lembranças...a magoar
Não quero mais chorar...nem sofrer
Não quero mais dias tristes...cinzentos
Quero descansar minha alma...cansada
Não quero mais ausência...nem lamentos
Queria...quero ainda ser amada

Você roubou a minha vida
A alma inteira
Você não sabe como é a minha dor mas eu não quero a sua pena
Você não sabe o tanto que eu perdi
Não liga se meu mundo quebrar e cair em um abismo de desilusão
Você já me roubou a vida e eu me sinto
Como uma pedra onde o mar derrama a onda e acostumada nada sente
Você não sabe o importante que foi
Que sua ausência nunca vai chegar ao fim
Que eu te dei um pedaço de mim.
Você não sabe o que e o amor
Que o medo invade qualquer solidão
Você não sabe que dano causou
Que fez em pedaços meu pobre coração
Que batia quando ouvia o som vazio em sua voz
o som macio em sua voz
Você que me roubou a vida, todos os sonhos
E me deixou somente o frio da sensação de já não ter mais esperança
Você não imagina o quanto eu perdi
Não sabe que será impossível esquecer
E que a saudade só pensa em você
Você não sabe a verdade de quem ama
Você não sabe como foi que me deixou
Você foi friu e congelou a minha alma
Você deixou em mim o vazio e a dor
"A liberdade permite a uma mulher viver sem homem. A escravidão faz que a mulher precise do toque masculino... É evidente que a escravidão é o caminho mais certo pelo qual uma mulher pode descobrir sua feminilidade. O paradoxo da coleira é a liberdade que uma mulher sente quando, finalmente, se encontra e se torna ela mesma."
(Magicians of Gor)
(Magicians of Gor)
Prazer
Ela pensou que todos os prazeres já tivessem sido provados... Todas as delícias...todos os êxtases... Nada mais havia a ser delirado... Nenhuma surpresa em nenhuma curva...nenhum atalho... Enganava-se... Ao encontrá-Lo, descobriu-se! Não que houvesse qualquer novidade na forma...tudo parecia igual... Parecia... No entanto, soube ela depois do primeiro toque, que há escalas de prazer... hierarquia de arrepios...degraus de delírios... e ELE estava lá em cima...no topo...com as mãos estendidas... E ela soube que haveria sempre um novo tom...um gemido mais agudo...um arrepio diferente... Porque ELE descobrira algo nela... algo até então enterrado na ilusão de que já havia experimentado todo o prazer do mundo. Ingênua!" (Tânia Lima)
Submisão
“O amor de uma escrava é o mais absoluto e profundo que qualquer mulher pode dar a um homem. O amor faz de uma mulher a escrava de um homem e a abrangência deste amor requer que ela seja, de verdade, sua escrava.”
(Magicians of Gor).
(Magicians of Gor).
"Intimidade é quando
a vida da gente
relaxa diante de outra vida
e respira macio.
Não há porque se defender
de coisa alguma nem porque
se esforçar
para o que quer que seja.
O coração pode espalhar
os seus brinquedos.
Cantar a música que cada
instante compõe.
Bordar cada encontro com
as linhas do seu próprio novelo.
Contar as paisagens que vê
enquanto cria o caminho.
Andar descalço,
sem medo de ferir os pés."
a vida da gente
relaxa diante de outra vida
e respira macio.
Não há porque se defender
de coisa alguma nem porque
se esforçar
para o que quer que seja.
O coração pode espalhar
os seus brinquedos.
Cantar a música que cada
instante compõe.
Bordar cada encontro com
as linhas do seu próprio novelo.
Contar as paisagens que vê
enquanto cria o caminho.
Andar descalço,
sem medo de ferir os pés."
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